1. Introdução
2. Como utilizar os sistemas de votação
3. Recursos
4. Sistemas disponíveis
5. Bibliografia & Ligações
O que é um sistema de votação?

Que tipo de sistema de votação adquirir?

O que se pode fazer com um sistema de votação?

Perguntas e respostas



Experiências dos utilizadores

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Sistema de Votação
O que é um sistema de votação?

Os sistemas de votação deveriam ser designados por sistemas de recolha de respostas pois o que realizam na realidade é permitir a escolha de uma ou mais opções de resposta.
O quadro mais comum é serem utilizados para recolher respostas de um teste tipo americano,com várias opções ou escolha múltipla.


Que tipos de sistema de votação adquirir?


Existem vários tipos de hardware que permitem a recolha de resposta, mas os principais factores de decisão podem ser sistematizados da seguinte forma:

1. Frequência utilizada: a comunicação por radiofrequência é mais robusta e permite maior fluxo de dados, no entanto o infravermelho elimina a necessidade de sincronização do receptor com comandos e recebe as respostas mais rapidamente. A tendência é para utilizar mais os sistemas por radiofrequência, pois com a sua melhor capacidade de comunicação, permitem mais funções, confirmação da resposta dos alunos no clicker, maior portabilidade e distância de transmissão, maior número de clickers,…
2. Número e tipo de respostas possíveis: alguns sistemas apenas permitem recolher escolha múltipla com uma única opção; outros já permitem opções múltiplas correctas e os melhores podem inclusive receber respostas alfanuméricas (valores textuais, numéricos,...). Alguns sistemas têm esmo a capacidade de armazenar e exibir as questões no próprio ecrã do sistema, o que implica o uso de softwares mais exclusivos.
3. Expansibilidade: alguns sistemas permitem utilizar um grande número de comandos de resposta o que pode ser inviabilizado noutros sistemas pelo preço ou capacidade técnica.
4. Software de controlo: todos os sistemas de votação utilizam drivers próprias e software de recolha de respostas. A maioria permite a integração da recolha de respostas com o PowerPoint, mas com diferenças. Muitos softwares possuem aplicações que permitem criar automaticamente slides de questões no PowerPoint, mas poucos deixam editar e alterar as respostas correctas ou o tipo de pergunta. Alguns possuem software de registo de classificações que permite gerir a avaliação dos alunos/formandos. Muitos implicam a instalação do PowerPoint para funcionarem, pois funcionam apenas como suplemento. Numa utilização mais aprofundada e pedagogicamente diversificada, será importante a flexibilidade na definição de muitas das opções de realização de questões: 1) possibilidade de definição e alteração das respostas correctas, da sua pontuação e do tempo de resposta; 2) configuração da exibição ou não dos resultados, dos alunos que responderam, dos gráficos com/sem mostrar a resposta correcta; 3) diferentes tipos de questões (classificação, gradação, numéricas, constituição de grupos,…); 4) gestão dos resultados das respostas, exportação dos resultados e possibilidade de consultas de relatórios de actividades dos alunos; 5) facilidade no registo e alteração de comandos dos alunos;...

5. Interoperabilidade: tenha em atenção que nem todos os sistemas são compatíveis com todos os sistemas operativos. Menos são compatíveis com Linux e com o Mac. Por outro lado, também muito poucos, podem funcionar de forma integrada com plataformas de aprendizagem online (LMS – Learning Management System). Acresce ainda o facto de alguns sistemas permitirem o uso das questões em computadores, PDA’s, internet,… ou seja, são softwares mais preparados para um evolução para rácios aluno/computador baixos.

6. Outras características práticas: a durabilidade e robustez dos clickers pode ser um factor importante, sobretudo em determinados níveis etários, mas também a duração da bateria e a capacidade ou não de carga. Outro factor tão ou mais importante do que qualquer um dos referidos é a facilidade de utilização do sistema: quer para o aluno, quer para o professor, quanto mais a usabilidade, mais facilitado será o seu uso e menores serão as barreiras a sua implementação. Outro factor muito importante são os custos, quer os iniciais, quer os da operacionalização. Neste âmbito importa referir a importância de uma boa assistência técnica que pode ser em parte avaliada, por exemplo, pela disponibilidade para a realização de formação dos utilizadores nas instalações do cliente, proximidade do fornecedor,… Importa tentar avaliar a resistência e durabilidade dos clickers, pois os custos da manutenção podem ser significativos .

No momento da escolha convém ponderar todos estes parâmetros e fazer uma avaliação do que realmente é necessário para cada instituição. O ideal é, por um lado envolver os utilizadores, professores, alunos na escolha do sistema, de forma a ouvir diferentes opiniões e testar a sensibilidade e aceitação de diferentes soluções. Por outro lado, pode ser importante a disponibilização de um sistema de teste e experimentação para permitir um teste em condições práticas do sistema e uma avaliação no terreno.
Ter várias alternativas é também uma forma de aumentar o poder negocial na altura da compra, permitindo reduções de custos, comparações de ofertas, bem como a capacidade de obter mais funcionalidades e condições de suporte.
Por exemplo para uma escola de condução pode interessar um sistema de infravermelhos que, para além de ser mais económico, permite a deslocação dos comandos entre várias salas utilizando receptores diferentes.
No entanto, se a escola pretender realizar testes mais avançados com respostas numéricas e exames de escolha múltipla terá de investir um pouco mais. Pode até ser pertinente adquirir um sistema de votação que esteja integrado com o quadro interactivo OU escolher um sistema de votação que tenha comando do professor para iniciar e parar a votação sem estar preso ao computador.
Numa câmara ou assembleia interessa ponderar o número de comandos disponíveis e fazer uma opção que permita a expansibilidade até 200, 300 ou até mesmo 1000 ou mais clickers, como é o caso da assembleia do Sporting Clube de Portugal.

O que se pode fazer com um sistema de votação?

O limite é a sua imaginação: os sistemas de votação podem ser utilizados para jogos, testes simples, exames de cruzes, mas também em reuniões profissionais para auscultar a opinião numa reunião de forma rápida, com resultados imediatos. O mesmo se aplica a assembleias, congressos ou outros eventos onde se queira aumentar a participação dos envolvidos.

Perguntas e Respostas - FAQ


Um sistema de avaliação deve ser utilizado com o quadro interactivo?
Apesar de ambas as tecnologias estarem muito relacionadas, até porque a maioria dos produtores juntam os serviços e fazem lançamentos inter-operáveis, a verdade é que um sistema de votação e recolha de respostas e avaliação é completamente independente do quadro interactivo.
A maioria dos softwares de quadro interactivo permitem o controlo da recolha de respostas utilizando os respectivos “clickers ” ou comandos, no entanto, a maioria dos sistemas também permite a utilização independente, quer utilizando o PowerPoint, quer outros programas e modos de aquisição de respostas.
Os dois sistemas estão interligados, mas são diferentes e independentes. Aliás, alguns sistemas de votação utilizam um comando remoto do professor que dispensa, desta forma, a necessidade do professor “estar colado”ao quadro interactivo ou ao computador, movendo-se livremente pela sala de aula, monitorizando a sua aula.

Um sistema de avaliação também é interactivo?
A verdade é que um sistema de avaliação e votação é muito mais interactivo do que qualquer quadro interactivo. O objectivo de um quadro interactivo é permitir ao aluno e professor interagir com objectos de aprendizagem durante a aula de forma a alterarem a mensagem em conjunto.
No entanto, a realidade é que um quadro interactivo, quanto muito permite a interacção e participação de dois ou três alunos em simultâneo, caso seja de última geração . Mesmo as mesas interactivas, que são exploradas com as mãos, não permitem a participação de todos os alunos.
Resumindo, se quer que todos os alunos participem, quer manifestando a sua opinião, quer pondo à prova os seus conhecimentos, a melhor tecnologia é um sistema de avaliação e recolha de respostas. Só assim, todos os alunos poderão ser questionados de forma simultânea, sem que necessite de muitos computadores.

Um sistema de avaliação é muito caro!
Por vezes, a avaliação das relações custo-benefício devem ter em conta não só o valor do preço de uma tecnologia, mas o tempo que se poderia ganhar e os benefícios que advirão para a instituição e seus profissionais com a aquisição de um sistema de votação.
Por outro lado, há que ter em atenção o que um sistema destes permite: 1) substituir uma sala de informática para realizar testes interactivos; 2) mover a tecnologia facilmente de sala para sala; 3) aplicar e corrigir fichas de resposta simples de forma rápida e eficaz…
Assim, um sistema de votação é muito mais barato que, por exemplo, um quadro interactivo, pois pode ser utilizado por uma escola inteira (mesmo durante um mesmo tempo de aula, o sistema pode ser utilizado por duas turmas diferentes, desde que seja em momentos diferentes), em diferentes tipos de actividades e por diferentes estruturas: tanto pode ser utilizado para dinamizar uma actividade de leitura na Biblioteca, como para realizar uma ficha de avaliação ou sondagens ao longo das aulas.
Para além disso, a maioria dos sistemas têm integração com o PowerPoint, pelo que a interoperabilidade está mais assegurada por um sistema de votação do que com outros recursos didácticos que são menos plásticos.
A grande vantagem é mesmo a possibilidade de realizar a recolha de respostas de forma rápida, sem muito trabalho, em qualquer momento da aula, em qualquer sala, guardando os resultados para discussão ou posterior avaliação.

Para além disso deve-se terem conta que já é possível obter "interactividade plena",com todos os alunos a interagirem por exemplo com um slide do PowerPoint de forma gratuita. Como é óbvio, usando esta tecnologia há algumas limitações, nomeadamente na classificação dos resultados das respostas, mas obtém-se uma parte muito importante das vantagens dos sistemas devotação - a possibilidade de colocar todos os alunos a pensarem sobre um assunto, permitindo a auto-avaliação.
O vídeo que se segue explica como funciona esta opção grátis:



Um sistema de avaliação é muito complicado.
Qualquer tecnologia tem uma curva de aprendizagem que, até ser superada, implica um maior investimento de tempo para posteriormente, recolher vantagens. As opções são muitas e variadas, pelo que tanto pode ser necessário aprender a trabalhar com um software completamente novo, como basta incluir um plugin no PowerPoint ou apenas aprender a utilizar uma barra de ferramentas flutuante.
Dependendo das opções tomadas,

Dá muito trabalho criar questões para avaliação num sistema de avaliação.
Insira as Para alterar o espaçamento entre parágrafos do corpo de texto, por exemplo, clique num parágrafo e, em seguida, clique em Parágrafo no menu Formatar. No separador Avanços e Espaçamento, em Espaçamento, reduza o número apresentado na lista Após e efectue ajustamentos adicionais conforme necessário.

As fichas de avaliação escritas nunca podem ser substituídas.
A afirmação é tanto verdade,como mentira: se por um lado o tipo de competências desenvolvidas numa ficha de avaliação escrita é única e não replicável num teste tipo americano, a verdade é que muitas situações usam apenas este tipo de avaliação, como é o caso dos exames de código da estrada. Para além disso, os novos sistemas de votação permitem utilizar uma multiplicidade de tipos de respostas e de formas de responder que podem criar um grande número de actividades distintas e motivadoras.
Os sistemas de avaliação não têm vantagens em relação a testes com computadores ou com telemóveis, no entanto são mais simples de aplicar numa sala onde não haja um computador por aluno. Para além disso ajudam a centrar a atenção nas perguntas que se fazem e não no modo como se vai responder - é muito mais rápido distribuir um comando para os alunos responderem a perguntas numa aula, do que esperar que cada um ligue um computador, aceda a uma determinada página,coloque o seu nome de utilizador,...

Que tipos de questões podemos utilizar num sistema de avaliação?
Depende muito de qual o investimento e escolha feita!
Se tiver um sistema de votação grátis, como o Mouse Mischief, apenas pode fazer escolha múltipla ou "riscar o que não interessa".
À medida que vai subindo na escala da diversidade tecnológica dos sistemas de recolha de resposta vai encontrar soluções cada vez mais atraentes como por exemplo: várias respostas possíveis, respostas em escala e manifestar opinião, ordenação de opções, respostas alfanuméricas, respostas assíncronas,...
Para além do tipo de perguntas há também o modo como o software permite criar estratégias de interacção, por exemplo há sistemas que permitem constituir grupos automaticamente, escolher o aluno que vai responder a uma pergunta de forma aleatória, colocar questões na hora e classificá-las, recolher respostas de um teste de opções escrito (módulo exame) e até mesmo inserir as questões no próprio sistema que pode ser levado para realizar um trabalho indivídual (vulgo "TPC").

Os alunos podem responder ao seu ritmo às questões colocadas? Todos os alunos têm que responder ao mesmo tempo?
Inicialmente, a maioria dos sistemas apenas permitiam respostas síncronas, ou seja todos os alunos estão ao mesmo tempo a responder às mesmas questões. Este facto pode trazer algumas desvantagens, nomeadamente não respeitando, por vezes o ritmo de todos os alunos; facilita o ver a resposta dada pelos colegas e a cópia,…
Assim, surgiram sistemas que recolhem as respostas de forma independente: o aluno apenas tem que inserir o número da questão e a resposta, permitindo rever as respostas e a resposta a ritmos diferentes.
Os sistemas de última geração permitem inclusive que as perguntas sejam guardadas no próprio “comando do aluno”, bem como a introdução de respostas em caracteres alfanuméricos, … Desta forma, é ainda possível utilizar os sistemas de votação para a realização do trabalho de casa, utilizar outros tipos de respostas, …

Em termos pedagógicos, porquê, como e quando deve ser utilizado um sistema de votação?
O uso dos sistemas devotação e avaliação em si não trás nada de novo ao ensino, na prática o hardware apenas possibilita a expansão do poder de participação de todos os alunos, permitindo um tratamento de informação mais rápido. Por isso, quando falamos no porquê usar um sistema destes, a resposta é simples: favorece muito metodologias activas e participativas, ou seja todos os alunos são levados a participar. Nada de grande novidade, mas este facto associado ao aspecto lúdico, à portabilidade e até um pouco ao factor novidade fazem com que esta metodologia tenha um bom impacto pedagógico, entusiasmando os alunos. É uma solução que permite bons resultados no aumento da participação sem nenhum custo exorbitante, quando comparado, por exemplo com equipar algumas salas com quadros interactivos, uma vez que pode ser partilhado.
Quanto ao como utilizar, a resposta pode ser mais vaga, pois depende muito da experiência e imaginação década um: as possibilidades são quase ilimitadas.
Ressalva-se no entanto alguns aspectos fundamentais: quanto menor é o tempo entre a resposta e o feedback ou exibição da pontuação obtida, maior é a satisfação dos alunos/utilizadores. Esta premissa é válida quer para questões de opinião ou de orientação do trabalho, quer com questões formativas, inquéritos, respostas em grupo ou quaisquer actividades promovidas.
O quando também é muito importante! Por exemplo, o uso isolado resulta melhor no final de uma sessão formativa, pois o seu uso no início pode criar expectativas elevadas que são frustradas com actividades menos envolventes em tempos seguintes. Isto, é claro não retira o elevado poder formativo de uma actividade inicial de recapitulação com estes sistemas. O sistema pode até ser utilizado como uma ferramenta para dar ritmo a uma sessão formativa: os 20 minutos iniciais de qualquer sessão formativa são mais rentáveis, pelo que utilizar o sistema de votação em intervalos de tempo ao longo de uma aula, pode ser uma forma de ir ganhando ritmo e a atenção da audiência, explorando-a ao máximo. Dependendo da faixa etária e da heterogeneidade da audiência, devem adequar-se as estratégias de participação, constituição de grupos,… ao seus destinatários.


Quais são as desvantagens deste tipo de sistemas?
Normalmente não é necessário falar das desvantagens, pois essas costumamos aprender facilmente!
Convém ter em atenção que, se os ententos são apenas avaliar os conhecimentos, um sistema de votação pode permitir "batota" (basta olhar para o botão que o vizinho respondeu)m apesar de este facto poder ser facilmente resolvido, por exemplo mudando a disposição dos alunos OU utilizando sistemas de resposta assíncrona.
Apesar das boas práticas recomendarem que a ponderação da classificação obtida com sistema de recolha de respostas na avaliação final seja suficientemente residual para que qualquer aluno participe de forma desinibida, e suficientemente elevado para não ser encarado como apenas um jogo de conhecimentos. Por isso a negociação com a turma pode ser uma boa forma de ponderar qual o valor que estes tipo de actividades deve ter na classificação final do aluno

Como é óbvio, apesar da tecnologia ser simples, a instalação e a primeira configuração podem ser bastante complexas, sobretudo se o equipamento não vier pré-configurado.
O uso no dia-a-dia torna-se intuitivo. Como é óbvio a maioria não consegue explorar todas as potencialidades de um sistema deste género, em todas as suas vertentes,mas o que interessa é que o uso básico é simples na maioria dos casos.

Convém não esquecer dos aspectos práticos, como substituir a baterias ou carregá-las (quanto maior a duração menores os custos de manutenção e menores as dificuldades levantadas ao uso do equipamento); assegurar a devolução dos equipamentos, promover a formação de alunos e professores para o seu uso,...



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